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6 de abril de 2025 | 08:49

Galeria do Largo completa 17 anos e anuncia exposições inéditas com entrada gratuita

Em comemoração aos 17 anos da Galeria do Largo, celebrado nesta sexta-feira (04-nov), o Governo do Amazonas abre três novas exposições artísticas, com entrada gratuita.

O espaço fica no Largo de São Sebastião, no Centro de Manaus, e traz conteúdos históricos do ambiente cultural, raízes indígenas e percepções artísticas sobre o fluxo da vida.

As exposições

Entram em cartaz no dia 11 de novembro, às 19h, as exposições “Bisignólio”, da artista Helen Rossy, com curadoria de Cleia Viana; e “Yurupari”, do artista/curador Denilson Baniwa.

No dia 25 de novembro, às 19h, a Galeria das Artes recebe a exposição “Beiradão em Brasa”, do artista Anderson Brasa, com curadoria de Cristóvão Coutinho.

 Fotografias e pinturas

O diretor da Galeria do Largo, Cristóvão Coutinho, assinala que as exposições a serem abertas neste mês têm como processo criativo as fotografias, pintura e outros objetos esculturais da arte contemporânea.

“Em relação a uma produção contemporânea, são artistas ligados ao artivismo (arte + ativismo) indígena e ao ambiente cultural amazônico, que se expressam por meio dessas criações artísticas”, explica o diretor.

As exposições

Inédita, a exposição “Bisignólio” traz obras da artista Helen Rossy, sob curadoria de Cleia Viana.

A arte ganha vida por meio de suas mãos habilidosas em arrebatar dos “troncos mortos”, esculturas que povoam o imaginário de uma artista apaixonada pela natureza e profunda observadora dos ciclos dos rios.

“Yurupari 2022”, com curadoria de Denilson Baniwa, enfoca duas entidades importantes na proteção das florestas e biodiversidade, o Jurupari e a Kipaé.

O Jurupari, na forma do grande líder anticolonial Cunhambebe, e a Kipaé, na forma de arauto anti extinção humana. A mostra é uma ode aos conhecimentos indígenas que podem ensinar como viver num mundo em declínio.

O “Beiradão em Brasa”, do artista Anderson Brasa, com curadoria de Cristovão Coutinho, aborda temáticas históricas da “Manaus Moderna” e retrata o cidadão manauara como um ser híbrido dependente da terra e da água, como é visto na maioria dos cenários locais. A mostra também é inédita e permanece em exposição até 23 de março de 20

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