31 de janeiro de 2026 | 12:12

Facção criminosa obriga “sniper do tráfico” a se entregar à polícia; “venda de drogas estava prejudicada”

Acusado de matar o policial militar Patrick Bastos Reis, no último dia 27 de julho, em São Paulo, o sniper (atirador de longa distância) Ericckson David da Silva foi obrigado pela facção criminosa  Primeiro Comando da Capital (PCC) a se entregar à polícia.

Erickson, conhecido no mundo do crime como “Deivinho” era procurado pela polícia, que montou a Operação Escudo na Baixada Santista.

Desde então, pelo menos 16 pessoas morreram em intervenções policiais, de acordo com dados da Secretaria de Segurança Pública.

O sniper se entregou à polícia, mas antes gravou um vídeo que pedia para o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, e o secretário de Segurança, Guilherme Derrite, pararem com a “matança”.

Em áudio obtido por jornalistas, um homem dá instruções sobre como o vídeo deveria ser gravado.

De acordo com um integrante da cúpula da Polícia Civil, a operação nas comunidades do Guarujá começou a prejudicar o tráfico de drogas na região, o que teria irritado o PCC.

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