Redação ZH – Na tarde desta quarta-feira (28-jan), Alana Arruda Pereira, uma jovem de 25 anos, foi morta com um tiro na Rua da Paz, no bairro Betânia, na Zona Sul de Manaus. O autor do crime, um vigilante morador nas proximidades da vítima, entregou-se à polícia imediatamente após o incidente e admitiu ter cometido o homicídio. De acordo com informações iniciais, o crime teria sido motivado por uma desavença antiga entre os dois, supostamente ligada a desentendimentos envolvendo a filha da jovem.
O delito aconteceu depois de uma briga entre vizinhos.
Segundo moradores da região, o homicídio ocorreu por volta das 16h30, quando Alana foi à casa do vizinho para esclarecer desavenças passadas. A conversa teria progredido para um debate intenso, que acabou de maneira trágica.
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De acordo com testemunhas, o vigilante e a vítima tinham uma desavença antiga, caracterizada por conflitos frequentes. O suspeito foi encontrado no local pela Polícia Militar, que foi chamada e o prendeu.
O assassinato teria sido precedido por um histórico de conflitos.
Os moradores relatam que as desavenças entre Alana e o vigilante estavam se agravando nos dias anteriores. Há informações de que, na noite anterior ao delito, a jovem teria ido à casa do suspeito acompanhada de dois rapazes armados, porém não o encontraram no local.

Na quarta-feira, ela voltou ao local para tentar resolver a situação novamente, o que resultou na discussão fatal. De acordo com a 7ª Companhia Interativa Comunitária (Cicom), a razão estaria relacionada a um suposto desconforto causado pelo vigilante à filha da vítima, elemento que teria intensificado a animosidade entre os dois.
O disparo aconteceu em um local onde havia crianças.
Testemunhas relataram que o delito aconteceu em uma casa onde há reforço escolar, o que gerou pânico entre as crianças que estavam perto no momento do incidente. A presença de crianças no local intensificou o efeito emocional do incidente entre os habitantes da rua.
As autoridades ainda fornecerão detalhes sobre a dinâmica do crime, enquanto investigam a sequência de eventos que resultou no homicídio.
Suspeito se apresentou à polícia e arma foi confiscada.
Depois do crime, o vigilante se apresentou voluntariamente aos policiais militares e admitiu ter feito o disparo. Ele entregou um revólver de calibre .38, supostamente usado no crime.
O suspeito foi levado à delegacia para os trâmites legais e pode ser acusado de homicídio. Para fortalecer a investigação, a polícia também coletou declarações de testemunhas.
O corpo foi enviado ao Instituto Médico Legal.
O corpo de Alana Arruda Pereira foi retirado e enviado ao Instituto Médico Legal (IML), onde será submetido a exames periciais. O laudo deve ajudar a determinar a causa da morte e fornecer suporte ao inquérito policial.
O caso, que causou comoção entre os moradores do bairro Betânia, deixou amigos e familiares da vítima profundamente afetados.
DEHS apura os motivos e as condições
A Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS) ficará encarregada da investigação, analisando as circunstâncias do crime, o histórico do relacionamento entre vítima e suspeito, além de verificar se outros fatores contribuíram para o desfecho.
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