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Deputado Wilker repudia fake news e volta a denunciar supostas irregularidades no contrato entre Governo do AM e Hapvida

O deputado estadual Wilker Barreto (Cidadania) usou as redes sociais para repudiar os ataques de fake news que vem sofrendo após revelar os indícios de irregularidades no contrato entre a Secretaria de Estado da Educação e Desporto (Seduc) e a empresa Hapvida.

A possível denúncia trata-se do Contrato nº 07/2022, oriundo do Pregão Eletrônico nº 1.533/21, referente aos serviços de assistência médica e hospitalar aos servidores da capital e interior do Estado.

“Quero fazer uma pergunta aos amigos do interior: você professor e servidor da Seduc, a Hapvida está no interior? Você consegue ser atendido ou tem que pagar passagem de barco ou avião para vir até Manaus?”, questionou Wilker.

“É muito simples. Se a Hapvida cumprir o contrato, ganha a capital e interior do Amazonas”, afirmou o deputado, ao frisar que suas denúncias estão comprovadas em documentos, dados oficiais, número de contrato, datas e todo o embasamento necessário para levar à população informações verídicas.

Ao contrário, por exemplo, das publicações falsas que alguns sites vêm expondo.

Segundo Wilker, o Termo de Referência do contrato publicado pela Seduc no Portal de Compras do Governo (e-Compras) é diferente do divulgado pela pasta no Portal da Transparência.

Isto porque o item 5 e seus subitens 5.1 a 5.5.5, que trata sobre as condições para participação no certame, proposta de preço e qualificação técnica, foram retirados por parte do Governo.

O item 5.5.4, por exemplo, cita que para o atendimento nas cidades-polo do interior (Carauari, Humaitá, Tabatinga, Coari, Tefé, Manacapuru, Itacoatiara, Parintins, São Gabriel da Cachoeira, Boca do Acre e Borba), a licitante deverá apresentar, no mínimo, uma rede básica de atendimento clínico, ambulatorial e de diagnóstico.

Outra revelação grave do parlamentar é a retirada do subitem 5.5.5, onde a “licitante, como qualificação técnica, fica obrigada a comprovar rede de atendimento no interior do Estado em, no mínimo, 08 cidades-polo, sob pena de inabilitação”.

Para o deputado, tal conduta do Executivo favorece a prestadora de serviço de saúde, cujo contrato tem valor global de R$ 87.703.150,56 milhões e custa por mês a “bagatela” de R$ 7.308.595,88 milhões aos cofres públicos.

Veja o que disse o deputado Wilker Barreto.

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