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Redação ZH -Marcelo Ramos foi claro ao declarar que o Partido dos Trabalhadores não fará parte de uma coligação a menos que tenha um papel importante na chapa majoritária. Segundo ele, o PT deve ter representação na posição de vice-governador ou em uma das candidaturas ao Senado.
“O PT estará, no mínimo, na vice ou na outra vaga do Senado.” “Não há possibilidade de o partido integrar essa chapa sem ocupar um espaço majoritário”, enfatizou.
Marcelo Ramos se apresenta como o principal representante do PT
De acordo com Ramos, há um acordo dentro do PT, incluindo conversas com a direção nacional e com o presidente Lula, de que seu nome é o mais apropriado para representar o partido na chapa majoritária. Ele enfatizou, entretanto, que qualquer definição será resultado de uma negociação política e consideração dos planos do candidato ao governo, que provavelmente será Omar Aziz.
“É consenso no PT que meu nome deve ocupar a chapa majoritária.” “Isso será tratado de maneira negociada”, declarou.
Marcelo Ramos se coloca como principal nome do PT
Segundo Marcelo Ramos, há consenso dentro do PT, inclusive em diálogo com a direção nacional e com o presidente Lula, de que seu nome é o mais indicado para representar o partido na chapa majoritária. Ele ressaltou, no entanto, que qualquer definição será fruto de negociação política e respeito aos planos do candidato ao governo, que tende a ser Omar Aziz.
“É pacífico dentro do PT que o nome para ocupar a chapa majoritária é o meu. Isso será tratado de forma negociada”, afirmou.
Apesar do cenário favorável, Ramos destacou que a aliança ainda precisa ser amadurecida. Ele defende que Omar Aziz dialogue com a direção estadual do PT para definir a composição das chapas e o espaço do partido na estratégia eleitoral.
“Eu quero que ele dialogue qual será o espaço do PT e como será construída a tática eleitoral”, pontuou.
Para Marcelo, o principal objetivo da articulação política é garantir a reeleição do presidente Lula e a eleição de senadores comprometidos com a democracia. Ele também defendeu que o Amazonas seja governado por alguém alinhado ao mesmo projeto nacional, facilitando a interlocução política e institucional.
“A prioridade é reeleger o presidente Lula e garantir estabilidade política para o país. Queremos um governador no Amazonas que defenda o mesmo projeto de Brasil que nós”, concluiu.
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