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13 de junho de 2024 | 09:30

Alexandre de Moraes determina prisão de ex-comandante da PMDF

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a prisão do coronel Fábio Augusto Vieira, ex-comandante-geral da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF). Ele era o responsável pela operação da PM durante atuação nos atos bolsonaristas na Praça dos Três Poderes.

A PMDF tem sido acusada de falhar ao não impedir o avanço dos manifestantes que protestaram contra a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas eleições 2022.

Os bolsonaristas extremistas depredaram os prédios e agrediram jornalistas. Após os atos de vandalismo, o governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), foi afastado do cargo e Celina Leão (PP) assumiu o cargo de forma interina por 90 dias.

Fábio Augusto Vieira foi demitido do cargo pelo interventor federal na segurança pública do DF, Ricardo Cappelli. O coronel Klepter Rosa foi nomeado para a função.

Cappelli assumiu a segurança pública da capital após decreto de intervenção federal assinado por Lula. A medida foi tomada com o objetivo de frear a depredação que manifestantes bolsonaristas promoveram nos prédios dos Três Poderes. Inicialmente, o decreto tem validade até 31 de janeiro.

Moraes promete punição a terroristas
Nesta terça-feira (10-jan), o ministro Alexandre de Moraes afirmou que os envolvidos nos atos terroristas praticados na Praça dos Três Poderes, em Brasília, serão punidos.

“Tenho absoluta certeza, dentro da legalidade, que as instituições vão punir todos os responsáveis, todos aqueles que praticaram os atos, que planejaram os atos, que financiaram os atos e aqueles que incentivaram, por ação ou omissão, porque a democracia irá prevalecer”, disse Moraes durante a posse do novo diretor da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues.

Em seu discurso, Moraes também criticou as reclamações dos terroristas detidos na Academia Nacional da PF, em Brasília.

“Não achem esses terroristas que, até domingo faziam baderna e crimes, e agora reclamam porque estão presos, querendo que a prisão seja uma colônia de férias. Não achem que as instituições vão fraquejar”, afirmou Moraes.

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