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4 de dezembro de 2022 | 11:38

Com três horas de duração, Batman estreia nesta quinta-feira nos cinemas de Manaus

Chega nesta quinta-feira (03-mar) aos cinemas de Manaus o novo filme do Batman, estrelado pelo ator Robert Pattinson, da saga Crepúsculo.

Na primeira metade do filme, o novo homem-morcego é uma das melhores adaptações da estética e da linguagem dos gibis. Tudo lembra capítulos mais memoráveis do herói da DC nos quadrinhos.

Já a parte final é uma grande representação de uma das maiores características do diretor Matt Reeves (dos últimos dois filmes da trilogia “Planeta dos macacos”).

Ao assumir a quarta versão cinematográfica do Batman e dividir o roteiro com Peter Craig (“Bad Boys para sempre”), o cineasta mostra seu talento em construir filmes com visuais e narrativa atraentes.

Veja o trailer dublado

Morcegão nas sombas

Batman serve como um recomeço – sim, mais uma vez – para o personagem nos cinemas.

Pelo menos não é outra história de origem, com um homem-morcego já estabelecido em sua luta contra o crime na cidade de Gotham.

O público finalmente é poupado de mais uma cena de um colar de pérolas partido em câmera lenta em um beco escuro.

Com a investigação de uma série de mortes cometidas por um assassino serial que deixa pistas sob a alcunha de Charada (Paul Dano), o enredo constrói uma boa desculpa para trazer um dos fundamentos do personagem menos retratados nos cinemas.

Este é, afinal, o maior detetive do mundo (dos quadrinhos da DC).

Por outro lado, fãs das HQs podem estranhar as mudanças no vilão, que abandona sua origem cerebral de gênio do crime para vestir uma roupagem mais parecida a de psicopatas violentos como o de “Seven – Os sete crimes capitais” (1995).

No fim, ele ainda assume um lado mais perturbador do que talvez até os próprios autores gostariam.

Pattinson consegue um bom equilíbrio com seu Batman. Por sorte, não há qualquer tentativa de uma voz gutural como a de Christian Bale na trilogia de Christopher Nolan.

Infelizmente, isso tem um custo, com um Bruce Wayne, o alter ego do herói, mais nas sombras do que o próprio Cavaleiro das Trevas.

Isso até ajuda a esquecer um pouco o fato de que o personagem é, no fim das contas, um bilionário que bota armadura para esmurrar criminosos sem consequências, mas também enfraquece um ponto importante do plano mirabolante do vilão Charada.

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