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10 de maio de 2026 | 05:55

Ex-PM ensina alunos de cursinho como fazer sexo com mulher morta; veja o vídeo

O Ministério Público do Estado Paraná (MPPR) vai investigar a fala do ex-policial militar e professor de cursinho, Evandro Guedes em que ele minimiza e debocha da pena do crime de violação sexual de cadáveres.

A declaração viralizou nas redes sociais  e foi dada durante uma aula da escola preparatória Alfacon Concursos Públicos, empresa da qual Guedes é fundador.

De acordo com o MPPR, a fala será incluída em um inquérito já em andamento contra a instituição, que tem sede em Cascavel (PR).

“O caderno investigatório tem por objetivo apurar as notícias veiculadas na imprensa nacional e em rede social, notadamente sobre as condutas de professores da instituição em cujas falas, feitas durante aulas ministradas pela instituição, há manifesta violação de direitos, preconceito, reiterado discurso de ódio e incitação à prática de crimes”, informou o MP.

A escola preparatória é investigada por outras declarações polêmicas. No ano passado, Guedes havia sido denunciado por falar em uma de suas aulas que “descobriu que gosta de bater nas pessoas”.

Além disso, viralizou o vídeo de um outro professor da mesma instituição, ensinando a alunos técnicas de tortura, como a que provocou a morte de Genivaldo de Jesus Santos, em uma ação da Polícia Rodoviária Federal (PRF).

Vilipêndio de cadáver

O vídeo viralizou nas redes sociais e mostra Evandro Guedes ensinando alunos a fazer sexo com mulheres mortas e debocha da pena do crime de violação sexual de cadáveres. 

Não há registro da data em que o vídeo foi gravado, mas o discurso gerou críticas. “Quentinha ainda. O que você vai fazer? Vai deixar esfriar? Meu irmão, eu assumo o fumo de responder pelo crime. O difícil é que vai ter que arranjar uns travesseiros”, diz o professor.

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