Redação Zh – Uma mulher de 25 anos foi presa em flagrante suspeita de matar o próprio pai a facadas dentro da residência da família, em Bragança Paulista, no interior de São Paulo. Segundo a investigação, após o crime, ela teria gravado parte do ataque e encaminhado as imagens para um grupo de mensagens da família.
A vítima, Osmar Ferreira da Silva, de 62 anos, tinha deficiência física e permanecia acamada. De acordo com as informações apuradas, a filha era responsável pelos cuidados diários do pai.
Ataque teria sido registrado pela suspeita
Segundo a Polícia, Edilene Felix Bueno aparece nas imagens desferindo golpes contra o pai, que estava deitado na cama. Durante a gravação, a mulher teria demonstrado raiva e ressentimento em relação à vítima.
Após o ataque, o vídeo teria sido compartilhado em um grupo de WhatsApp da família e também publicado nas redes sociais.
A Polícia Militar foi acionada e encontrou a suspeita dentro da residência. Ela permaneceu no local e não teria tentado fugir antes da chegada dos policiais.
Mulher relatou supostos abusos na infância
Em depoimento às autoridades, Edilene confessou o homicídio e afirmou que o crime estaria relacionado a um histórico de ressentimento contra o pai.
A mulher também relatou ter sido vítima de supostas agressões e abusos durante a infância. As declarações, no entanto, ainda não foram comprovadas e são alvo de investigação pela Polícia Civil de São Paulo.
Vídeo
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As autoridades trabalham para esclarecer o histórico da relação entre pai e filha e identificar as circunstâncias que antecederam o homicídio.
Perícia encontrou bebidas e um martelo
Durante a perícia realizada no imóvel, foram encontradas garrafas de bebidas alcoólicas abertas e um martelo sobre a cama, próximo ao colchão onde a vítima dormia.
A mulher foi presa em flagrante e permanece à disposição da Justiça. A investigação deverá esclarecer a dinâmica do crime e reunir elementos para determinar as circunstâncias do homicídio.
As alegações apresentadas pela suspeita sobre possíveis abusos sofridos na infância deverão ser apuradas pelas autoridades responsáveis pelo caso.
