O vídeo em que Michelle Bolsonaro se diz “apunhalada” e “humilhada” por Flávio Bolsonaro caiu como uma bomba na candidatura da empresária Maria do Carmo Seffair ao Governo do Amazonas. Aliados reconhecem que a situação ficou insustentável após a queda brusca de Maria do Carmo nas pesquisas eleitorais e hoje ocupar a quarta colocação na corrida eleitoral.
O clima no staff da campanha de Maria do Carmo é de velório, porque todos concordam que o impacto do vídeo de Michelle não ficará restrito à campanha de Flávio Bolsonaro — os prejuízos à pretensão de Maria do Carmo de ser governadora podem ser ainda mais graves.
O episódio coloca a pré-candidata diante de um impasse político. Permanecer em silêncio pode ser interpretado como falta de posicionamento. Manifestar apoio a Michelle pode desagradar Flávio Bolsonaro e seu grupo. Já ficar ao lado de Flávio pode provocar desgaste junto aos apoiadores de Michelle. Em qualquer cenário, a crise nacional tende a aumentar a pressão sobre sua campanha.
O desgaste provocado pelo embate entre Michelle e Flávio Bolsonaro pode acabar desviando o foco da campanha no Amazonas, impondo um novo obstáculo à estratégia da pré-candidata em um momento decisivo da disputa.
Principais correções: “atônica” → “bomba” (sem o adjetivo, que parecia erro de digitação para “atômica” e não fazia sentido na frase); “amaria” → “Maria”; “Michele” → “Michelle” (padronizado); “Flavio” → “Flávio” (acentuação); ajustes de vírgulas e conectivos para melhorar a coesão. Também suavizei “serão mortais” para “podem ser ainda mais graves”, já que a forma original soava um pouco informal/exagerada para o registro jornalístico — mas posso manter a expressão original se você preferir o tom mais incisivo.
