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17 de junho de 2026 | 17:15

Ouvidoria da Mulher do TCE-AM conclui ciclo de projetos voltados ao respeito e à prevenção do assédio

Após duas semanas de atividades voltadas à promoção do respeito, da escuta e da prevenção às diversas formas de assédio e violência, a Ouvidoria da Mulher do Tribunal de Contas do Amazonas concluiu ontem (16-jun), o ciclo de capacitações dos projetos “Ei, mano, segura tua onda” e “Ei, mana, não se cale”.

As últimas atividades reuniram colaboradores, estagiários e estagiárias, encerrando uma programação iniciada em 1º de junho com palestras e rodas de conversa sobre assédio moral e sexual, violência de gênero, direitos das mulheres, acolhimento e construção de relações mais respeitosas no ambiente de trabalho.

“Temos trabalhado para que o Tribunal seja cada vez mais um espaço de acolhimento, respeito e valorização das pessoas. Iniciativas como essa contribuem para fortalecer uma cultura institucional baseada na dignidade, na igualdade e na convivência saudável”, destacou a conselheira-presidente do TCE-AM, Yara Amazônia Lins.

Diálogo e conscientização

Voltado ao público masculino, o projeto “Ei, mano, segura tua onda” promoveu reflexões sobre violência contra a mulher, assédio e o papel dos homens na prevenção dessas práticas.

Já o “Ei, mana, não se cale”, direcionado ao público feminino, abordou assédio moral e sexual, violência de gênero, direitos das mulheres e mecanismos de proteção.

O integrante da Guardiã Maria da Penha da Guarda Municipal de Manaus, David Felipe da Silva, ressaltou que o projeto contribui para o combate à violência de gênero, ajudando a coibir situações de assédio e fortalecer ambientes mais seguros.

Participante de uma das capacitações, a estagiária Mikaelem Aires destacou a relevância da iniciativa.

“É um assunto que precisa ser cada vez mais falado. Participar de um encontro como este traz conhecimento sobre como identificar o que é ou não assédio. Vejo que as Ouvidorias aqui no Tribunal são muito ativas, e isso passa uma segurança de que não estamos sós”, afirmou.

Para a diretora da Ouvidoria da Mulher, Ana Paula Aguiar, o ciclo alcançou resultados positivos ao adotar atividades específicas para diferentes públicos.

“Tivemos um resultado muito produtivo. Quando passamos a trabalhar com grupos separados, percebemos maior adesão e participação. O objetivo sempre foi fazer com que todos se sentissem à vontade para perguntar, compartilhar experiências e se tornar multiplicadores dessas informações”, avaliou.

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